Terça-feira, 06 de Março de 2012

Estava eu divagando com algumas questões e eis que tudo aquilo que pensara horas atrás se materializara em forma de texto. Desta vez, caros colegas, nada escrevi, apenas tive a oportunidade de ler a coisa certa, na hora exata!

Aqui vai mais uma postagem! Espero que aproveitem a mensagem e traga boas reflexões.

 

SERÁ QUE DEUS É CULPADO ?

Veja abaixo porque nosso país está indo cada vez mais para o buraco...

 

Finalmente a verdade é dita na TV Americana.

A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela:

“Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?”

Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:

“Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.

Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.

Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.

Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?”

À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, corrupção etc…

Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O’hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas…

A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.

Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:

“Um perito nesse assunto deve saber o que está falando”.

E então concordamos com ele.

Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal.

Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos…(há diferença entre disciplinar e tocar).

Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.

E nós dissemos: “Está bem!” 
Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.

Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet.

E nós dissemos:

“Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso”.

Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado;

porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios…

Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:

nós colhemos só aquilo que semeamos!!!

Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:

“Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?”

A resposta dele:

“Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!”

É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno.

É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue ensina.

É triste como alguém diz:

“Eu creio em Deus”.

Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal,também “Crê” em Deus.

É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!

Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros!

É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho.

É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no domingo, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana.

Você mesmo pode não querer reenviar esta mensagem a muitos de sua lista de endereços porque você não tem certeza a respeito de como a receberão, ou do que pensarão a seu respeito, por lhes ter enviado.

Não é verdade?

Gozado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que Deus pensa… 
  

Garanto que Ele que enxerga tudo em nosso coração está torcendo para que você, no seu livre arbítrio, pense e propague o bom, o belo e o verdadeiro.

 

Abraços.

Fraternalmente

Luiz Beraldo

                                                     . 

P.S.: Obrigado meu irmão  Jairo .   .  pelo texto.



publicado por pensamentoemacao às 11:01
Quarta-feira, 08 de Fevereiro de 2012

E Deus nos deu a inteligência?

 

Lemos com frequência que as tecnologias de comunicação estão provocando profundas mudanças em todas as dimensões da nossa vida. Perde o mundo a cada momento o seu encantamento.

 

Aplaude-se o mal,  apoia-se a injustiça, embota-se  a inteligência viabilizando através da tecnologia novas formas de vida para aceitarmos dentro de nossos lares o incentivo ao consumismo, a pornografia, subjetivismo do indecente.

 

E a são moral?

E a formação do caráter?

No social podemos ver o isolamento cada vez maior das pessoas. O relacionamento passou a ser privilégio de pequenos grupos familiares que tendo perdido o encanto no decorrer de suas existências fecham-se “intramuros” não permitindo que seu amor pelo próximo seja algo que extrapole os muros e toque a sensibilidade dos mais distantes.

 

Amor ao próximo? Vaidade, egoísmo, presunção, poder etc... Deixamos ser livre em razão de tão pequenas coisas. Seria bom lembrarmos quão efêmera é esta vida. Para nós que já rodamos na estrada da vida alguns anos, podemos analisar através das pessoas que tanto foram amadas por nós e já não estão no nosso meio, quantos sonhos poderosos deixando-nos hoje apenas as saudades.

 

Entretanto nos nossos dias começamos a ver valores que foram esquecidos começando a aflorar pela abdicação das coisas valorizando o milagre da criação que nos deu a vida.

 

O que busca o homem se não a felicidade? Jamais encontrará envolvendo-se em turbilhões das necessidades físicas, ou seja, tocando apenas com seu tato e satisfazendo seu ego somando fortunas.

 

Perde-se o encantamento da vida, desliga-se o homem da sua essência, esquece que foi criado a imagem de Deus o absoluto, o Divino e nosso Pai.

 

Há entretanto um novo reencantamento, porque estamos numa fase de reorganização em todas as dimensões do humano.

 

Percebemos que os valores estão mudando, que o referencial é teórico com o qual avaliamos tudo e não consegue dar-nos explicações satisfatórias.

 

Há mudanças visíveis entre os homens, e ao mesmo tempo que nos sentimos mais cosmopolitas porque recebemos influências do mundo inteiro procuramos encontrar nossa identidade no regional, no local e no pessoal.

 

É preciso reencantar o mundo que há tempos já perdeu seu encanto.

 

Já em seu livro O pequeno Príncipe, Saint Exesuperi dizia “ O essencial é invisível aos olhos”.

 

A única luz que pode e deve nos inspirar para nos encontrarmos com o encanto da vida é o Absoluto, o Divino e nosso pai que é a verdade e a luz que pode nos inspirar para que possamos compreender o grande milagre, a obra prima de sua criação, que somos nós os homens por ele sempre amados.

 

Abraço fraternal

Luiz Henrique Fernandes Beraldo 



publicado por pensamentoemacao às 01:43
Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

Aqui estou mais uma vez e confesso que diante de tantas coisas que gostaria de discutir fiquei perdido imaginando por onde começar. Mas, para quem me conhece sabe que este é um assunto que muito me preocupa “(in)disciplina”. Muitas vezes passo pelas coordenadoras e pelos professores e a única frase que sai é: Disciplina, disciplina, disciplina, conteúdo e filosofia. Pois é...hoje proponho uma reflexão sobre: DISCIPLINA!

 

Não são poucas as coisas que tenho lido sobre o assunto e a vontade de compartilhar tudo que a experiência já me proporcionou é muito grande. Aqui com meus pensamentos algumas lembranças me angustiam. Não é raro ter queixa sobre a falta de comportamento de uma sala ou de algumas crianças e estas mesmas pessoas que se queixam são as primeiras a furar a fila do estacionamento, não é raro ter queixas sobre um aluno que falou palavrão perto do filho no intervalo, mas estas mesmas pessoas são as primeiras a xingar o motorista do carro ao lado que está dirigindo com cautela. Não me acostumo com estas atitudes!

 

A sala de aula é uma continuidade da vida, reflexo do entorno. Ora se a sala de aula é reflexo da sociedade e a sociedade perdeu a noção de disciplina, de ética, de bons modos, como esperar que os jovens tenham comportamento diferente em sala de aula? Então vocês devem estar pensando: Então não há o que fazer! Não há como  combater a indisciplina? Há sim! E como há!  É imprescindível que lutemos bravamente pela disciplina, não só em sala de aula. Que se faça deste valor um objetivo que temos que perseguir diariamente.

 

Quero dividir com vocês partes de uma entrevista que li com o psicólogo Lino Macedo intitulada como: Disciplina se ensina!

 

É possível ensinar disciplina?

Sim. Disciplina é uma competência escolar que as crianças aprendem como qualquer conteúdo. Condição para realizar um trabalho com êxito, é uma matéria interdisciplinar, porque dela dependem todas as outras.

 


É possível ensinar disciplina pelo exemplo?

Sim. Um erro comum é achar que a falta de disciplina é sempre do outro. Fala-se muito que as crianças de hoje não têm limites. É verdade. Mas nós, adultos, também não temos. Em uma sociedade como a nossa, um dia se almoça de manhã, outro dia de tarde, outro dia enquanto se fala ao celular. Nós é que não temos rotinas para organizar a vida das crianças. Entendemos os motivos da nossa "indisciplina" porque sabemos que para muitas pessoas a regularidade se tornou impossível. Mas, se nós não somos disciplinados, por que esperamos um comportamento regular das crianças, como se fosse uma coisa natural, espontânea, quase herdada? Podemos conquistar o aluno para um projeto de disciplina conseguindo a admiração dele. Em sua origem, a palavra disciplina tem a ver com discípulo. Discípulo é uma pessoa que tem alguém como modelo e se entrega pelo valor que atribui a essa pessoa. Com o tempo, perdeu-se o elemento de referência que havia antigamente. Isso tem de ser novamente conquistado, pouco a pouco, pelos dois lados.

 

A disciplina que se aprende na escola serve para a vida toda?

A gente tem de pensar a disciplina ao mesmo tempo como fim e como meio. É um fim porque podemos desenvolver atitudes como concentração, responsabilidade, interesse. Essas coisas viram ferramentas pessoais e de trabalho. Disciplina é também um meio, um instrumento sem o qual as coisas não acontecem — ou acontecem fora do prazo ou dos padrões.

A disciplina ajuda a desenvolver a autonomia?


Disciplina é, cada vez mais, autodisciplina. Um exemplo é a lição de casa. Hoje em dia a maioria das famílias não tem um adulto com tempo disponível para fiscalizar o dever. A própria criança aprende a administrar essa tarefa e, se necessário, ela pede socorro. A autonomia é uma conquista, um aprendizado complexo e longo pelo qual as crianças desenvolvem a disciplina para dar conta de suas tarefas.

O que é ser uma pessoa disciplinada?

Ser disciplinado significa ter um comportamento subordinado a regras. Mas o que é regra? Algo que se constrói por consentimento. É como em um jogo. As regras são arbitrárias, mas a criança aceita porque gosta de jogar. Sem regra, não há jogo. Para definir regras, usamos o recurso da democracia. A classe toda discute, sob a condição de que todos aceitem o que a maioria decidir. O problema é que a minoria pode se recusar a cumprir. Deve-se combinar previamente que a não observação das regras implicará punições ou perdas. Um dos motivos que nos levam a aderir à disciplina são as consequências de não nos entregarmos a ela. Convencer é diferente de impor.

 

Todas as obrigações devem ser submetidas a discussão?

Não. Por exemplo: muitos pais perguntam aos filhos se eles querem comer. Eu não acho que seja uma boa pergunta. Porque, se o filho disser que não quer comer, como fica? A melhor pergunta é o que ele quer comer, dando opções. Dar autonomia não significa abrir mão do seu papel de líder e de responsável por certas coisas. Se você submeter tudo à opinião da maioria das crianças, a curto prazo elas vão decidir pelo pior. Primeiro, tenta-se convencer. O último recurso é impor. É errado tentar tratar como homogêneo algo desigual como a relação adulto e criança ou a relação professor e aluno.

 

As crianças conseguem entender a importância da disciplina?

Em 1930 Piaget escreveu um livro importante, O Julgamento Moral da Criança, e mostrou que mesmo as bem pequenas já têm valores como o gosto pelas regras, pela disciplina, pelo fazer bem-feito e por se entregar a uma tarefa coletiva. Só que o adulto não percebe. Piaget provou que é possível ver isso usando o exemplo das brincadeiras. A própria garotada se auto-regula e se submete a regras coletivas. Piaget analisou como o respeito entre iguais promove o desenvolvimento da criança. Muitos pais e professores sabem compartilhar com ela a necessidade de uma regra de forma que a criança até reclama, mas aceita, entendendo que é o melhor.



Se por um lado comecei falando sobre minhas angústias, encerro falando sobre minha esperança...Esperança que através de nossa equipe consigamos mudar um pouquinho o rumo de nossas crianças e jovens e que estes, um dia, possam fazer a diferença nesta sociedade e em nosso mundo tão necessitado de verdadeiras transformações. Que estas mudanças não busquem o novo, mas o correto que há dentro de todos nós, a verdadeira essência!

 

E vamos lá...disciplina se ensina! Um ano abençoado a todos!

 

Um abraço fraternal

Luiz Beraldo

 



publicado por pensamentoemacao às 20:55
Quinta-feira, 05 de Janeiro de 2012

Não obstante, refletimos como a vida é efêmera, no entanto as reflexões são engolidas pela rotina diária: casa, filhos, trabalho, responsabilidades infinitas e a reflexão fica cada vez mais longe de se tornar objeto a ser assimilado e compartilhado.

 

Não foram poucas as vezes que ouvi colegas dizendo: Ler? Como? Não  me resta tempo para isto! Como bem disse o caro Drummont: "A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede. Alimento da alma, fonte inesgostável de conhecimento, prazer, ferramenta de transformação, forma servil de sonhar...Enfim...quanto lemos?

 

Bom, deixemos de divagar e voltemos ao assunto. Cá nós sem tempo para ler, discutir, compartilhar, estudar, semear, desenvolver! E, lá...nada distante, vários problemas a serem pensados. Algumas questões vem tomando contornos alarmantes: professores atônitos frente às novas exigências do cotidiano profissional, a escola que precisa assumir papel de pai, mãe, professor, mentor espiritual, crianças e jovens à mercê da mídia, muitas vezes, com objetivos inescrupulosos, claro que poderia passar a tarde relatando, mas... nós... não temos tempo!

 

Foi pensando nesta falta de tempo, e da impossibildade de estar fisicamente próximos que surgiu a ideia do BLOG. Quem diria...eu criando um bicho destes! Como uma criança que aprende a andar, eu aprendo a navegar por mares nunca dantes navegados!

 

Mas...a ideia está lançada. Que este espaço virtual propicie momentos de reflexão sobre os dilemas do cotidiano escolar presentes, não apenas, em nossa instuituição, mas na Educação Contemporânea.

 

Conto com a colaboração de toda a equipe pedagógica, professores, colegas, pais e interessados em fazer da Educação um caminho que leve a verdadeira felicidade!

 

Aguardem...em breve postarei um texto para, juntos, deixarmos este ambiente rico e produtivo.

 

Um abraço fraternal.

Luiz Beraldo



publicado por pensamentoemacao às 16:58
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